Trampolim acrobático no Brasil

Em 1975, o Trampolim Acrobático chegou ao Brasil trazido pelo professor José Martins de Oliveira. A primeira participação brasileira em um Campeonato Mundial foi em 1990, na edição sediada pela Alemanha. Desde então, o país já possui seis participações nessa importante competição. No mesmo período foi fundada a Federação Paulista de Trampolim Acrobático (FPTA) e em 1991, a Confederação Brasileira de Trampolim Acrobático CBTA.

O melhor resultado foi obtido foi em 1998, quando o atleta carioca Rodolfo Rangel se tornou campeão mundial na categoria duplo mini trampolim, em Sydney, na Austrália. No ano seguinte, Rangel tentou obter uma vaga nas Olimpíadas de 2000, também em Sydney, a primeira em que o trampolim foi disputado. Mas Rangel não obteve sucesso. Quatro anos mais tarde, mais uma vez, o Brasil ficou sem nenhum representante da modalidade em Atenas, na Grécia no ano de 2004.

Na história dos Pan-americanos, o melhor resultado brasileiro aconteceu no Rio de Janeiro em 2007. Aos 17 anos e estreando em jogos Pan-americanos, a carioca Giovanna Bastos conquistou a medalha de bronze, ficando atrás apenas das favoritas canadenses. Giovanna havia sido a primeira atleta classificada para o Pan do Rio de Janeiro, já que em agosto de 2006, Giovanna foi a quinta colocada no Campeonato Pan-Americano de Trampolim Acrobático, melhor colocação brasileira na competição desde então. Para Pequim, o Brasil mais uma vez não conseguiu classificação.